A inglesa M.I.A tem atitude e carisma, e também um seleto público. Sua mistura de letras sociais com rap, funk, guitarras, e uma produção Pop no visual, fazem com que seja exclusiva, pelo menos para o seu público. Recentemente causou furor ao dizer que o sr. Lady Ga Ga a imita. Polêmicas a parte, seu novo clip Born Free é um retrato real, com uma mensagem real, ao contrário da nova "diva" do Pop, que se esforça para parecer um ser fruto de uma eterna animação, daquelas bizarras. M.I.A não tem a mídia a seu lado, mas pelo jeito, não precisa. Assim ela está na estrada desde 2005. Com vocês, Jimmy, com M. I. A. ( Artista indicado por @duendedetoca, no Twitter.)
Acervo de produções culturais, notícias e imagens do Projeto Cultura em Foco, Cia Père Marié e Allan Jones.
segunda-feira, 10 de maio de 2010
DIRETO DA BBC - Lava-rápido com diferencial!
Taí uma boa idéia, vacas, luzes piscando, vacas dançando. Tá ficando meio psicodélico isso. Fui.
quinta-feira, 6 de maio de 2010
quarta-feira, 5 de maio de 2010
TRÊS ENTERROS NO BERÇO DA CULTURA

O Caos da Grécia tem vários responsáveis. Porém as mortes, os protestos e conflitos são resultados de um pensamento sindical que, ao invés de ajudar, surge para derramar sangue, destruir o patrimônio e piorar uma das grandes crises financeiras e políticas da Europa. No Contratextos é assim, do ângulo contrário, a gente enxerga por dentro. Dá uma olhada lá, é só clicar na imagem.
terça-feira, 4 de maio de 2010
PREJUÍZOS CULTURAIS - Segunda Parte - Golpes de Visibilidade e Reality Shows.
Já está no Contratextos a segunda parte da série de artigos sobre a comunicação cultural no Brasil. É só clicar, ler e comentar, se quiser.
abraços
abraços
segunda-feira, 3 de maio de 2010
Dia Internacional da Liberdade de Imprensa - Breve Reflexão
Hoje celebra-se a Liberdade de Imprensa, e como crítico e usuário constante da mesma, permito-me fazer essa breve reflexão.
Há quatro anos mantenho, aos trancos e barrancos este espaço, semi-democrático de expressão do meu ponto de vista e divulgação de valores culturais. O Blog Contratextos (link aí ao lado, nos parceiros culturais) começou com o meu nome (allanluispereira.blogspot.com) e depois foi alterado, pois percebi que eu não falava do meu dia a dia, mas sim do dia a dia da comunicação e do que era notícia, sempre de uma visão inversa ou ácida, por isso o nome. O fato é, que sem a tal liberdade de imprensa (não confundir com liberdade de expressão) eu jamais poderia manter essas páginas, pois a imprensa me gera um farto material, bom ou ruim, para que seja analisado criticamente e gere essa discussão cultural à qual me tenho proposto através destes blogs.
Deixando claro que, apesar de todas as confusões que o mercado promove, blogueiro não é jornalista, não é publicitário, não é nada, é blogueiro. Logicamente que algumas vertentes profissionais têm mais afinidade com estas ferramentas, mas nada impede que qualquer cidadão alfabetizado e digitalmente incluso tenha seu "diário virtual" ou sua "ferramenta de microblog".
Digo isso para chegar a um ponto crucial que meus amigos e profissionais de jornalismo sempre abordam, a polêmica não obrigatoriedade de formação para jornalistas. E como, digamos, um usuário "avançado" que me considero das notícias em geral, sinto-me na obrigação de me posicionar a respeito: Sim, sou a favor da obrigatoriedade do diploma.

Mas por outro lado, considero a formação de jornalistas no Brasil algo distante da realidade do mercado, afinal, quem os contrata é o mercado, e não a "sociedade", como constantemente a questão é abordada. Indepente das mudanças que o ensino do jornalismo deve sofrer, e isso é assunto para outro artigo, o diploma universitário (no mínimo) deve ser requisito para a contratação. Caso contrário, estamos sujeitos à transformar a nossa já suspeita Liberdade de Imprensa em Libertinagem de Imprensa. Se é que já não o fizemos.
Há quatro anos mantenho, aos trancos e barrancos este espaço, semi-democrático de expressão do meu ponto de vista e divulgação de valores culturais. O Blog Contratextos (link aí ao lado, nos parceiros culturais) começou com o meu nome (allanluispereira.blogspot.com) e depois foi alterado, pois percebi que eu não falava do meu dia a dia, mas sim do dia a dia da comunicação e do que era notícia, sempre de uma visão inversa ou ácida, por isso o nome. O fato é, que sem a tal liberdade de imprensa (não confundir com liberdade de expressão) eu jamais poderia manter essas páginas, pois a imprensa me gera um farto material, bom ou ruim, para que seja analisado criticamente e gere essa discussão cultural à qual me tenho proposto através destes blogs.
Deixando claro que, apesar de todas as confusões que o mercado promove, blogueiro não é jornalista, não é publicitário, não é nada, é blogueiro. Logicamente que algumas vertentes profissionais têm mais afinidade com estas ferramentas, mas nada impede que qualquer cidadão alfabetizado e digitalmente incluso tenha seu "diário virtual" ou sua "ferramenta de microblog".
Digo isso para chegar a um ponto crucial que meus amigos e profissionais de jornalismo sempre abordam, a polêmica não obrigatoriedade de formação para jornalistas. E como, digamos, um usuário "avançado" que me considero das notícias em geral, sinto-me na obrigação de me posicionar a respeito: Sim, sou a favor da obrigatoriedade do diploma.

UMA PAUSA - Enquanto escrevo este artigo, o jornal o Estado de São Paulo completa 276 dias sob proibição de publicar as matérias referentes à investigação da operação Faktor, da Polícia Federal, em cujas irregularidades está envolvido o filho do cidadão José Sarney, que dispensa apresentações. Clique na imagem acima e vá ao blog da Tuka Scaletti para saber mais.
Mas por outro lado, considero a formação de jornalistas no Brasil algo distante da realidade do mercado, afinal, quem os contrata é o mercado, e não a "sociedade", como constantemente a questão é abordada. Indepente das mudanças que o ensino do jornalismo deve sofrer, e isso é assunto para outro artigo, o diploma universitário (no mínimo) deve ser requisito para a contratação. Caso contrário, estamos sujeitos à transformar a nossa já suspeita Liberdade de Imprensa em Libertinagem de Imprensa. Se é que já não o fizemos.
domingo, 2 de maio de 2010
CLIPE DA VEZ - Audioslave - Like a Stone
Não poderia dar errado. Um front a base de Soundgarden e Rage Against the Machine. Tom Morello e Chris Cornell fazem um rock pensante de qualidade, com as melhores influências de Seattle. A banda acabou em 2007, mas sabemos que projetos como esse não precisam se repetir, já fizeram história. Com vocês, Audioslave.
Contratextos com série especial "Prejuízos Culturais"
O blog Contratextos terá uma série de artigos intitulada "Prejuízos Culturais". Nesta série será abordada a atuação dos meios de comunicação (todos eles) em situações que geram prejuízo à informação, cultura, cidadania e entretenimento. Na primeira parte, o caso de Sean Goldman, e a exposição de uma criança aos devaneios selvagens de familiares, advogados e imprensa. Clique aqui para ler o artigo.
sábado, 1 de maio de 2010
Desmandos e crises do quase rock
Vou acompanhando com bastante humor aos atritos gerados entre as bandas de quase rock contemporâneo que pintam por aqui. A delícia da vez fica por conta, claro, de Tico Santa Cruz e o tal Di Ferrero (esse cara não tem um nome?). Quem pensa que a coisa é recente, se engana. Há algum tempo, tivemos no blog do Tico Santa Cruz o prazer de ler um artigo sensacional sobre o plágio da banda NX - Zero, carinhosamente apelidada por ele, na ocasião, de NX-Erox. Era um artigo digno de ser aceito como uma obra prima da crítica à cultura emo. Depois disso foram farpas do próprio Tico com o empresário dos emo-boys, aliás, a pessoa que mais ganha com aquilo que eles se propõe a fazer.
Mas convenhamos, também, que o Detonautas fez bastante sucesso embarcando na onda emo, numa época onde tudo o que se ouvia eram eles e o CPM 22. Ninguém imaginava que oTico iria se mostrar um roqueiro engajado.
O que importa é que ele é uma bandeira hoje de um rock morno, e tenta mostrar o lado polêmico que sempre anda junto com os roqueiros, palavras duras, opinião firme, bons textos (Tico escreve primorosamente), e claro, guitarras distorcidas.
A opinião de Di Ferrero quanto ao Raimundos não importa, afinal, ele pode gostar de rock, e até da Pitty o quanto quiser, mas jamais poderá se considerar um roqueiro por não ter cultura na sua essência. Raimundos e Tico Santa Cruz têm feito boas apresentações, e Rodolfo não quer saber de voltar, pois hoje faz música quase cristã.
Enfim, se não fosse o quase, teríamos uma polêmica um pouco mais quente, daquelas de ganhar tablóide, por enquanto, ficam com um post aqui no Cultura em Foco mesmo.
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